sábado, 19 de maio de 2012

Para uma nova compreensão do lazer e das viagens

Krippendorf, Tost. Sociologia do Turismo: para uma nova compreensão do lazer e das viagens. São Paulo: Aleph, 2000.


Segundo Krippendorf o texto retrata o turismo como sendo um meio de fugir da turbulência do nosso dia-a-dia, dos trabalhos exaustivos, da moradia, do lazer, dos estudos, as pessoas viajam para tentar descansar, se desligar dos maus pensamentos, fugir do cotidiano e assim viajam a qualquer preço. Milhões de pessoas aglomeram-se todos os finais de semanas tentando encontrar um lugar ao sol, amontoando-se assim nas praias onde de grandes se tornam pequenas, e assim conseqüentemente os hotéis, restaurantes, pontos turísticos, áreas naturais onde este começa aparecer um grande desgaste.
Estamos atropelando nosso tempo, onde este é o bem mais precioso, pois consequentemente deixamos de viver uma vida tranquila, onde poderíamos usufruir das pequenas e de grandes viagens como as férias, onde trabalhamos o ano inteiro atrás delas, criamos perspectivas de locais jamais vistos antes por nossos olhos e ao nos depararmos vemos que tudo àquilo que esperávamos acaba se tornando muitas vezes uma viagem frustrada, pois não nos desligamos completamente de nosso dia-a-dia para podermos assim usufruir de momentos tranquilos, benéficos a nossa saúde e a nossa alma.
A busca desenfreada desta procura incessante por esses pequenos momentos de tranquilidade hoje é apreciada por todas as classes sociais, mas essa busca de viajar, de conhecer novos lugares, se desligar do cotidiano começa a ser vista por especialistas deste meio que só tende a crescer durante os próximos anos como um conjunto de vários fatores econômicos que alavancam o meio socioeconômico, e a sociedade acaba lucrando em cima, pois o turista tem a necessidade de alimentar-se bem, comprar lembranças, vestir-se bem aos olhos dos demais. Tantos os moradores locais como os defensores do meio ambiente começam a lutar pelos seus direitos de não sentirem-se mais tranquilo em suas casas, de verem que o meio ambiente começa a se degradar, pois são invadidos pela massa de turistas todos os dias, pelas inúmeras rodovias que são construídas todos os dias, sendo assim sentem-se asfixiados não tendo mais seu tempo livre para determinar seu desenvolvimento e nem que a natureza tenha sua preservação garantida.
Acredito que se não nos conscientizarmos em que viajar é, e sempre será um momento pessoal para relaxar, deixar de lado os maus pensamentos de nosso cotidiano, haverá sempre uma frustração não compensada por estes breves momentos onde a tranquilidade não é apreciada, pois sempre esperamos mais e nada fizemos para que isso mude. Devemos encontrar a felicidade nos pequenos momentos, e o turismo tem essa vantagem de enriquecer e estimular a sociedade para um presente e futuro melhor respeitando seu próximo e conscientizando-se quanto às áreas naturais visitadas para que assim possam ser vistas e apreciadas também pelas gerações futuras. 

Texto de: Letícia Mazutti










segunda-feira, 23 de abril de 2012

Hamlet


“Ser ou não ser”






Hamlet, de William Shakespeare, é considerada uma obra clássica permanentemente e atual pela força com que trata de problemas fundamentais da condição humana, é a peça mais longa de Shakespeare e é uma das obras mais citadas da literatura inglesa. A obsessão de uma vingança onde a dúvida e o desespero concentrados nos monólogos do príncipe Hamlet adquirem uma impressionante dimensão trágica. Esta tragédia é considerada por muitos críticos e artistas de todo o planeta como uma obra rica, aberta, universal e muitas vezes perfeita.

“Vai para um convento”



quinta-feira, 19 de abril de 2012

História da Guitarra!


A guitarra surgiu a partir de um instrumento musical espanhol chamado “vihuela”, como este instrumento era denominado, se originou por meio de dois outros instrumentos mais antigos ainda: o “ud”, com cinco cordas, muito popular no Oriente Médio; e a “cozba”, um instrumento musical romano. O violão ou guitarra clássica surgiu na Itália, em 1970, e a guitarra elétrica foi uma modificação do próprio violão. Por fim as guitarras elétricas surgiram em 1930, geravam um som muito suave e baixo, bem diferente do que conhecemos atualmente. Para ampliar a potência sonora do instrumento, resolveram colocar captadores, que funcionavam como microfones, isso gerou um pequeno problema, pois os mesmos faziam os bojos das guitarras vibrarem, provocando a famosa alteração sonora chamada “feedback”. Para solucionar esse problema, o famoso Les Paul inventou o corpo maciço da guitarra, o que deixou o instrumento na forma como conhecemos hoje em dia.
A empresa Rickenbacker começou a fabricar as primeiras guitarras em 1931. O primeiro modelo de guitarra elétrica a ser comercializada foi a “Electro Spanish”. Contudo, o principal responsável pela produção em massa e popularização do instrumento foi Leo Fender, criador da mais tradicional fabricante de guitarras que leva seu sobrenome. A Fender também desenvolveu a mais lendária das guitarras, na opinião de muitos: Fender Stratocaster. A guitarra se popularizou após a Segunda Guerra Mundial, nos anos 50 e 60, período em que ganhou enorme espaço no mundo da música. Hoje em dia, estima-se que existam cerca de 50 milhões de guitarristas em todo o mundo.


Vídeo: A História da Guitarra




Vídeo: Produção de uma Guitarra


 

Livro: Antes que o Mundo Acabe




Este livro conta à história de Daniel, adolescente do Rio Grande do Sul, um garoto comum que nos põe a mostra diversas situações, ele narra a história de forma bem simples e clara, nos expõem problemas que teve com a namorada e problemas que envolvem um de seus amigos e a escola, além disso, relata a relação complicada que tem com seu pai um fotografo muito famoso, com quem reestabelece contato por meio de cartas, cujo conteúdo apresenta muitas imagens, fotos tiradas pelo mundo, as quais fazem parte de um projeto que seu pai participa. Este livro nos faz refletir e entender o sentido das coisas e a registrar as memórias do mundo, um mundo que pode acabar, e esse é o perigo, um perigo que vem da globalização, que quer deixar todo o mundo igual, sem diferenças, sem cores e regiões. Então para salvar o mundo, antes que ele acabe, um grupo de fotógrafos percorre os continentes da nossa terra, registrando o mundo como ele é hoje, cheio de contradições, de diferenças, de gente.

domingo, 11 de março de 2012

Dica de Leitura


Um conto de muito sucesso que foi publicado em 1902 e adaptado para o cinema e para o teatro. Neste conto a morte e as tentativas de vencê-la acabam gerando terror, a mão seca e mumificada é tida como um objeto de magia, pois traz consigo o poder de realizar três desejos, mas o preço pode ser terrível, como o próprio Sargento Morris alertou dizendo que haverá consequências. Ao ler sobre a morte e seus mistérios sempre causam inquietação e dessa inquietação, os sustos, as inesperadas aparições, tudo se transforma em um surpreendente e instigante conto de suspense e terror, estes contos macabros, seduzem a curiosidade e atenção de muitos leitores.
Vale a pena ler!